Dia 1: Sileo Hotel, Pani Recoleta, Café Tortoni
Chegamos em Buenos Aires no final da tarde e tivemos tempo para ir na Pani Recoleta, bem próxima ao nosso Hotel. O lugar é ótimo para lanches salgados e principalmente para doces. As opções são inúmeras e o preço é justo.


Depois, partimos para o tradicional Café Tortoni, onde vimos um rápido, mas agradável show de tango, com uma Quilmes para acompanhar. Existem diversos tipos de shows na cidade, alguns extremamente produzidos e outros bem simples. O do café Tortoni está no meio termo e era exatamente o que estávamos procurando.

Dia 2: Plaza San Martín, Kavanagh, Tigre, Parrilla Aires Criollos
O café da manhã do Sileo Hotel tem uma boa variedade e tudo com muita qualidade. Antes de partirmos rumo a Tigre, fui atrás de uma casa de câmbio na rua Las Heras.

Fomos a pé do hotel até a estação retiro. No caminho, visitamos rapidamente a Plaza San Martin e seus arredores, incluindo o edifício modernista Kavanagh, a Torre Monumental (também conhecida como Torre dos Ingleses) e o monumento em memória dos soldados argentinos que perderam a vida na batalha das malvinas.



O trem parte da estação retiro e chega em Tigre em uns 50 minutos. Dá para ir sentado, confortavelmente. Tigre faz parte da região metropolitana de Buenos Aires e é conhecida como a Veneza argentina.
Fizemos o passeio de barco e um city tour a pé. Apesar do calor, dava para sentar em vários locais com sombra para aproveitar a brisa e tomar alguma coisa. Tem vários restaurantes com mesinhas próximas ao rio.
Para economizar, o almoço foi no Burger King mesmo!







E á noite, famintos, comemos possivelmente a melhor carne de nossas vidas no Parrilla Aires Criollos. Pedimos uma porção que deu para nós dois tranquilamente e olha que tenho um apetite voraz.

Dia 3: Cemitério da Recoleta, Hard Rock Café, MNBA, Fredo, Floralis Genérica, Puerto Madero
Iniciamos o terceiro dia com a tradicional visita ao Cemitério da Recoleta, mas não ficamos muito tempo. Um detalhe interessante é que a vista da varanda do hotel era para o cemitério.


O Museo Nacional de Belas Artes é um ótimo passeio. Tudo é muito bem disposto e há obras de importantes artistas internacionais. Eu estava curioso para ver um Van Gogh ao vivo.

E nada como terminar o dia na Floralis Generica. Um lugar para relaxar na grama e aproveitar o por do sol.



À noite jantamos no Red Resto em Puerto Madero e aproveitamos a região. Este foi um dos meus lugares preferidos em Buenos Aires. Antigamente, era um lugar abandonado. Hoje é uma das regiões mais ricas e modernas da cidade.

Dia 4: El Ateneo Grand Splendid, Teatro Colón, Obelisco, Plaza del Congresso, Casa Rosada, Catedral Metropolitana, Cabildo, Calle Florida
No quarto dia exploramos os pontos turísticos mais clássicos de Buenos Aires. Tudo à pé. Andamos mais ou menos 20 km e deu para conhecer bastante coisa.
Quando passamos pelo Teatro Colón conversamos com um casal de canadenses que nos recomendaram uma visita às Niagara Falls. Um dia, quem sabe!
O único ponto negativo do dia foi um lanche que fizemos na Confiteria London City. Não sei se eu que pedi errado, mas o fato é que o sanduíche era sem graça e caro. De qualquer forma, é um dos lugares mais bem avaliados da região no TripAdvisor.







E para manter o costume, jantamos no Parrilla Aires Criollo.
Dia 5: Feirinha de San Telmo, La Bombonera, Caminito, Jardim Japonês, Rosedal, Recoleta Mall
Deixamos para o domingo o passeio na Bombonera e Caminito, pois queríamos dar uma passada na feira de San Telmo, que é enorme e tem um monte de coisa bacana. Vale a visita.




O Jardim Japonês e o Rosedal ficam bem próximos um do outro. Eles fazem parte dos Bosques de Palermo, que contam também com o jardim botânico, planetário e um zoologico.





E como ficamos com uns pesos sobrando, decidimos comprar algumas coisas no Recoleta Mall.


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