Gramado e Canela

Published by

on

Dia 1: Taberna MF, Centro
Chegamos no aeroporto com tempo de sobra para pegar o ônibus que leva para Gramado. Por sorte, foi possível adiantar a viagem. Enquanto aguardávamos o transporte, já fomos percebendo que o frio seria intenso. Só um cafezinho para tentar aplacar um pouco essa friaca, hein?

O primeiro lugar que resolvemos ir foi a Taberna MF, um dos restaurantes mais bem classificados de Gramado no TripAdvisor. E não é para menos. Uma infinidade de cervejas, ambiente acolhedor e comida boa é o que ele tem para oferecer.

E é claro que decidimos explorar um pouco o centro de Gramado na sequência. Não estava tão movimentado provavelmente devido ao frio, que era cortante. E eu sem luva e sem toca. Mandei mal..

 

dia 1 - poa
Achei que o capuz seria suficiente
dia 1 - taberna mf
Pensa em um cerveja boa. Essa se chamava Dunkel.
dia 1 - rua coberta
A rua coberta é um refúgio para corpos gelados.
dia 1 - centro
A mulher ali atrás estava se protegendo adequadamente do tempo (-1º)

 

Dia 2: Tour Linha Bella, Centro, Le Chenit

Acordamos cedo para poder tomar o café com calma antes de embarcar no Tour Linha Bella. Às 08:30 estávamos já na Praça das Etnias aguardando o ônibus que iria nos levar no passeio. Obviamente, chegamos um pouco cedo.

Mas foi bom porque deu tempo para passear pela praça e tirar algumas fotos. 

A ideia do Tour é fazer o turistas conhecer o interior de Gramado. Passamos por um casarão antigo, uma vinícola, um moinho, o marco zero da cidade e almoçamos em um restaurante italiano. 

A comida estava boa, porém depois do almoço os guias colocaram o povo em uma roubada: dançar a música da polenta. Acho que a minha desenvoltura na dança ficou eternizada na memória de todos que tiveram o desprazer de testemunhar. 

Aliás, o guia era muito bom. O cara conseguiu tornar o passeio ainda mais divertido e informativo. 

Voltamos para o centro no meio da tarde. Deu para tomar um quentão, comer um churros e dar uma passada no lago Joaquina Rita Bier. 

E à noite, fondue em um restaurante que ficava na quadra da nossa pousada.

dia 2 - rua torta
Fácil de entender porque se chama Rua Torta.
dia 2 - praça das etnias
Um tempinho para fotos antes de tomar o rumo do tour.
dia 2 - vinicola massoti
Na Víncola Massoti. O vinho não estava muito bom, pois estava gelado. Culpa da geada!
dia 2 - interior
Ar puro.
dia 2 - bee
Estavam com fome.
dia 2 - born
E Gramado começou aí.
dia 2 - igreja
Neste lugar foi fundada a primeira igreja de Gramado.
dia 2 - cantina
Aqui tinha polenta até na sobremesa.
dia 2 - fondue
Estava bom, mas feito na gordura é melhor.

Dia 3: Lago Negro, Le Jardin Parque de Lavanda, Vínicola Ravanello

Graças a falta de organização da autolocadora gramadense quase ficamos sem carro. Eu tinha reservado já fazia uns 7 dias e quando chegamos lá o cara me diz que não tem carro. Maravilha.

Ainda bem que uma agência de turismo ali perto tinha uns contatos e conseguimos um carro. Os próximos passeios seriam mais distantes e não dá pra ficar dependendo de taxi e uber toda hora.

O Lago Negro talvez seja o lugar mais bonito de Gramado. Graças a sombra das árvores, a água fica bem escura mesmo. Dá pra andar no pedalinho, mas como eu estava com o joelho meio estourado resolvemos apenas passear. E estava mais do que bom.

Antes de sair, ficamos só tomando um chocolate quente, apreciando a vista e escutando um cara que mandava bem no sax.

Depois, pegamos a estrada. Mas é tudo perto. Em uns 15 minutos já estávamos no Le Jardin Parque de Lavanda, local que rende belas fotos.

Lá dentro estavam presentes dois samoiedas simpáticos e sonados.

À tarde, partimos para a vinícola Ravanello. Um dos pontos altos da viagem, eu diria. O lugar não é tão grande, mas é muito bonito. E as explicações sobre o processo de se fazer o vinho e as diferenças entre algumas uvas foram dadas de um jeito agradável.

Degustamos três vinhos, os três aprovados.

Para o jantar, um rodízio de pizza em que todas as pizzas tinham basicamente o mesmo gosto. Pelo menos, serviu para matar o fome sem fazer o bolso sofrer muito.

dia 3 - lago negro
Caminhada matinal.
dia 3 - le jardin 2
Bonito e gelado.

 

dia 3 - le jardin
Le Jardin Parque de Lavanda.
dia 3 le jardin 3
A dupla Snow e Apollo.
dia 3 ravanello '
Degustando um merlot.
dia 3 ravanello
Belo terroir.

Dia 4: Parque do Caracol, Bondes da Serra, Parque da Ferradura, Centro, O Irlandês Steakhouse

Esse era o dia que eu mais aguardava. Logo cedo chegamos no Parque do Caracol e pudemos contemplá-lo com calma. Em seguida, fomos para os Bondes de Serra. Lá temos uma visão de outro ângulo da Cascata do Caracol, com direito a um passeio de bondinho. Aí é bom chegar cedo, porque bomba de um jeito absurdo. Aliás, como quase tudo em Gramado em julho.

Mais para frente na estrada está o Parque da Ferradura. Ele tem esse nome porque o formato da serra na região faz lembrar uma ferradura. Ele não é tão frequentado como o Parque do Caracol por ser mais longe, mas é fácil de chegar.

A vista é espetacular e a trilha que leva até a parte de baixo é praticamente um desafio. Levamos 45 minutos para descer e 40 para subir. Teve um momento em que senti uma nada interessante puxada no joelho e achei que seria o meu fim. Mas foi só um susto.

Particularmente, cansei. Mas faria de novo. Lá embaixo é quase tão bonito como em cima.

Apos suar como um suíno um banho era mais do que necessário. Voltamos para a pousada e partimos para o almoço. Escolhemos um restaurante especializado nas mais diversas iguarias da região… McDonald’s era o nome. Sim, queríamos economizar um pouco.

Depois daquela relaxada pós-prandial, fomos para a Praça das Etnias. O lugarzinho bacana, hein? E ele ficou melhor ainda quando percebemos que a Melitta estava distribuindo café de graça por ali. E passado na hora, na nossa frente!

E para encerrar o dia, jantamos em um híbrido de restaurante e pub irlandês. Música boa e pratos bem servidos. E chopp gelado, claro.

dia 4 - cascata caracol
Cascata do Caracol.
dia 4 - bondes
Esse bondinho nem balança. Tranquilidade.
dia 4 - parque da ferradura
Parque da Ferradura.
dia 4 - ferradura
Contemplando.
dia 4 - ferradura down
Chegamos no fim da trilha.
IMG_2982
Aprovado.

Dia 5: Gramado Zoo, Vinícola Jolimont, Catedral de Pedra, Magnolia Cine Gastro Bar, Castelinho Caracol, São Pedro Casa de Pães e Café

O Gramado Zoo talvez seja o zoológico mais caro do sul do mundo, mas como não rir dos macacos aranha aprontando ou não se impressionar com a onça pintada? Só tem animais da fauna brasileira neste zoológico, o que é bem interessante. E a maneira que ele é construído permite uma aproximação maior do que em outros zoológicos.

Confesso que não sou o maior fã de zoológicos, mas esse eu aprovei.

O chato é aguentar a pirralhada gritando como se estivessem tendo uma crise convulsiva. O jeito é deixar os pentelhos irem na frente e cuidar para que novos pentelhos não nos alcancem. 

Partimos para o lugar mais distante que visitaríamos, a vinícola Jolimont em Canela. Lugar bonito também, mas dá pra notar que é um vinícola bem mais comercial. A visita foi boa e os vinhos tinham qualidade, porém considerei o passeio na Ravanello muito mais proveitoso.

O que mais me impressionou em Canela foi a Catedral de Pedra. Ela é gigante, imponente. Arquitetura gótica mesmo.

Almoçamos em um restaurante chamado Magnolia Cine Gastro Bar, que à noite funciona até como uma pequena sala de cinema. Comida de alto nível e ambiente diferente.

Como sobremesa, não poderíamos passar a viagem sem experimentar o famoso strudell do Castelinho.

Na volta para Gramado tive que dar uma dormida. Rolou uma leve dor de cabeça. Nada que uma sesta e um café de graça na sequência não resolvessem.

À noite fomos de sopa na Padaria São Pedro.

dia 5 - zoo
A ave obesa desfilando a sua graça.
dia 5 - zooo
Um ar meio Planeta dos Macacos.
dia 5 - jolimontt
Vínicola Jolimont.
dia 5 - jolimont
Vinícola Jolimont 2.
dia 5 - catedral
A imponente Catedral de Pedra.
dia 5 - castelinho
O famoso castelinho…
dia 5 - castelinho a
…e seu strudell

Dia 6: Lago Negro, Serra Grill

O dia da despedida é sempre triste, mas deu para aproveitar um pouco mais. Fomos a pé até o Lago Negro, que estava entupido. Domingão, né? Não dava nem pra transitar adequadamente.

O almoço ficou por conta do Serra Grill, um bom restaurante por quilo. Pena que só descobrimos ele no último dia.

Para matar o tempo, sentamos na maior parte dos bancos do centro de Gramado e dá-lhe café melitta na faixa.

dia 6 - repolho
Que tal um repolho ornamental?
dia 6 - coffe
E a melitta nem nos pagou pelo direito de imagem!
dia 6 - praca
Praça das Etnias

E foi assim. 

Deixe um comentário

Previous Post
Next Post