Holanda e Bélgica

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Dia 1: Amsterdam
Wiechmann Hotel, Burgermeester

Se você faz um voo longo com conexões e precisa correr nos aeroportos para não perder os embarques tenha medo. As chances de você chegar no seu destino e suas malas não são consideravelmente maiores do que o normal. Infelizmente, foi o que aconteceu com a gente.

No aeroporto de Amsterdam Schiphol fomos com passos receosos e esperançosos em direção as esteiras de bagagem.

Será que elas vem?

Passaram cinco minutos e nada.

Dez minutos e nada.

Depois de 20 minutos era fato consumado. Nada de nossa bagagem em Amsterdam. As coisas mais importantes estavam na mala de mão, mas as roupas para enfrentar o frio estavam ainda do outro lado do atlântico. Sim, ficaram em São Paulo.

Preenchemos o relatório e fomos pegar o ônibus para a região próxima do nosso hotel. Pelo caminho, começávamos a nos impressionar com a cidade ao mesmo tempo em que pensávamos sobre o que fazer.

Não tinha muito o que fazer, na verdade. Era chegar no hotel, comer em algum lugar e no dia seguinte comprar algumas roupas. E claro, torcer para que as malas chegassem o quanto antes.

Mas já deu para ver a beleza dos canais do Jordaan, o bairro do hotel. E também entramos no mercado Albert Heijn, que é algo absolutamente incrível. Nunca vi algo tão arrumado e cheio de opções para estômagos famintos. Ficamos pensando no choque de realidade quando entrarmos novamente no condor e ter o Albert Heijn na mente para comparar.

Sem malas no busão em Amsterdam
Quatro andares de escadas assim. É o famoso agachamento holandês.
A janela do quarto oferecia uma bela vista dos canais. Mas com ela aberta vinha um odor peculiar da cidade.

Dia 2: Amsterdam
Canais, Praça Dam, Museumplein, Van Gogh Museum

O café no Wiechmann era simples, mas tinha tudo o que precisávamos e com muito sabor.

Amsterdam é uma cidade fácil de se andar e foi o que fizemos. Fomos para a região da Praça Dam e da Kalverstraat e encontramos roupas com preços razoáveis.

A Praça dos Museus impressiona por seu tamanho e por ter os museus mais importantes da cidade. Rijksmuseum, Museu Van Gogh e o Stedelijk estão ali.

Almoçamos bem, demos um tempo e entramos no museu Van Gogh, uma das atrações mais aguardadas por mim.

Ficar frente a frente com as obras de Van Gogh é algo impactante. O museu tem várias obras dele, mas algumas famosas estão em outros museus pelo mundo. De qualquer forma, é uma visita obrigatória para quem se interessa pelo impressionismo e arte em geral.

Nesse primeiro dia já deu para ver que as bicicletas tomam conta de Amsterdam e que o transporte público é eficiente. Os holandeses são simpáticos e solícitos. E falam inglês com perfeição.

E não estranhe um odor caraterístico que exala de algumas regiões. Faz parte do cenário.

Flávia sorridente comendo sua torrada.
Amsterdam é um lugar único.
Palácio real na praça Dam. A cidade ainda estava acordando.
Monumento nacional.
É bom olhar para os dois lados para não se assustar com um tram. Eles se materializam quando você menos espera e não conhecem a palavra piedade.
Almoço no L’Entrecote et les Dames.
Mesmo com o tempo hostil a Museumplein é agradável. E o Rijksmuseum tá ali desde 1885.
Rumo ao museu Van Gogh. Notem o caminhar robótico de quem está com frio.
Como encontrar a sua bike aí no meio para voltar para casa?

Dia 3: Amsterdam
Vondelpark, Passeio de Barco, Westerkerk, Casa de Anne Frank

Ainda nada de malas. Tivemos que comprar mais algumas coisas.

Começamos o dia no Vondelpark. Um parque enorme e bem tranquilo. Tem holandês indo para o trabalho, levando seus rebentos sonolentos para e escola e cachorrinhos fazendo suas caminhadas matinais. Num tempo mais ensolarado dá para passar um bom tempo ali. Pena que o sol estava tímido.

O passeio de barco dura tempo suficiente para agradar e não enjoar. Dá para ver bastante coisa.

À tarde passamos na frente da Westerkerk e fomos para a casa da Anne Frank. Mesmo com horário agendado existe uma fila, mas ela anda rápido. O museu impressiona e emociona o mais frio dos corações. É fácil e doloroso nos imaginar no lugar de Anne Frank e sua família. Para muitos, esse é o ponto alto de sua viagem para Amsterdam.

Para jantar que tal uma sopa com ovo meio cozido, broto de feijão, bambu, alga, carne de porco e macarrão? Esse é o ramen.

Os holandeses seguindo para o trabalho em suas bicicletas no vondelpark. Melhor não ficar na frente deles.
Vondelpark.
Um passeio de barco é uma ótima opção para se familiarizar com Amsterdam.
Ângulos privilegiados.
Westerkerk. Anne Frank escutava as badaladas dela em seu anexo secreto.
Casa da Anne Frank. É o terceiro edifício da direita para a esquerda.
O ramen não tem uma carinha muito promissora, mas é bom demais! Esquenta e sustenta.

Dia 4: Amsterdam
– Rembrandtplein, Heineken Experience, Albert Cuyp Market

A Rembrantplein fica bem vazia pela manhã. Ela ficava no nosso caminho rumo a Heineken Experience, assim como o mercado das flores com suas tulipas e cactos. Desvíamos um pouco mais para ver o rio amstel e a magere Brug de perto e valeu a pena.

Eram 11 da manhã quando entramos na heineken. Meio cedo para álcool, não é? E se pensarmos no fuso-horário, seria 8 da manhã no Brasil. Podemos ter uma noção de como a heineken começou e cresceu ao ponto de ser uma das cervejas mais conhecidas do mundo. E tem degustação e mais cerveja no bar estiloso no final. Tocou até Arcade Fire lá.

Na sequência, uma passagem pela enorme feira Albert Cuyp, onde tem de tudo, inclusive aquele prato típico deles, o arenque cru. Tem que ter um pouco de coragem para encarar isso. Preferimos um hambúrguer responsa no The Butcher.

Passeamos pela cidade e à noite fomos no tailandês Rakang.

E aí, quando chegamos cansados no hotel lá estavam nossas malas. A surpresa e a alegria do momento estão refletidas na minha expressão logo abaixo.

Levar até o nosso quarto foi uma tarefa árdua que não me incomodou.

As esculturas na Rembrandtplein representam a ‘Ronda Noturna’. No original não tem essa ‘propaganda’ do booking.com.
Amsterdam oferece infinitas oportunidades para quem gosta de tirar fotos.
Heineken direto da fábrica!
Uma das primeiras garrafas da heineken. É quase um fóssil.
Comida indiana. Meio estranho também, né? Mas também é bom.
Olha a felicidade do garoto. Depois de três dias as malas chegaram no hotel.

Dia 5: Zaanse Schans

Foi bem fácil ir para a cidade dos moinhos. Fomos a pé até a Centraal Station (passando pela histórica Oude Kerk no caminho) e lá pegamos o ônibus da Conexxion. Depois de uns 40 minutos chegamos na bela Zaanse Schans. Se você quer ver moinhos holandeses e muito bucolismo o seu lugar é aqui. São vários moinhos em um cenário muito bonito. O esquema é andar e descobrir vários pontos agradáveis. Você pode até se deparar com patos e bodes.

Mas prepare-se que no frio toca e luvas são essenciais. Dá para congelar a ponta dos dedos se você der bobeira.

Um chocolate quente e uma stroopwafel ajudam bastante também.

Neste dia fomos jantar em uma pizzaria. Assim como a maioria dos restaurantes de Amsterdam, ela era bem pequena. A solução é chegar logo depois que abre. Chegamos 15 minutos depois e por pouco não ficamos sem mesa.

Oude Kerk. E é velha mesmo. É o edifício mais antigo de Amsterdam.
Um local hipnotizante. E deveras congelante.
Cada canto oferece uma beleza única.
A mão que tira a foto chega a tremer. Sensação de 0º.
Com esse tamanco o pé esquenta mesmo. Só a locomoção que fica um pouco prejudicada.
Definição de bucolismo.
Tinha um cara fazendo stand up paddle ali. Juro!

Dia 6: Bruxelas
Porte de Hal, Palácio da Justiça, Notre-Dame au Sablon, Parque Petit Sablon, Mannekin Pis, Grand Place, Galerias Saint Hubert, Catedral de São Miguel e Santa Gudula

Dia de pegar o trem e mudar de país. Bruxelas aí vamos nós.

Como é bom viajar de trem pela Europa. Bem tranquilo e rápido. Pelo caminho, deu pra ver que a Holanda é um país dos mais organizados. Tá aí um belo lugar para se morar.

O trem para na Estação du Midi que ficava exatamente na frente do nosso hotel.

Chegamos por volta das 15:00, tempo suficiente para iniciarmos nossas andanças pelo centro histórico de Bruxelas. O tempo estava bom, com direito a sol. Fomos para o Porte de Hal, Palácio da Justiça, Notre Dame du Sablon, um jardim na frente dela e aí fizemos o inevitável para qualquer turista: ver o Mannekin Pis.

Olha, não tem nada demais nessa estátua de bronze de um menininho tirando água do joelho ad eternum, mas é símbolo da cidade. Você tem que dar uma conferida no mijão. Às vezes ele está usando alguma roupa. Quando o vimos, ele estava nu como veio ao mundo.

O melhor de tudo foi chegar na Grand Place e ver aquela arquitetura surreal. Para completar, presenciamos um magnífico por do sol.

E não poderíamos terminar o nosso primeiro dia em Bruxelas sem experimentar os mexilhões com fritas. Aprovamos.

Antes de voltar para o hotel, uma passada rápida na gótica catedral de São Miguel e Santa Gudula.

“Um bom começo para a sua jornada”
Tem um castelinho no meio da cidade! Porte de Hal.
Honrando os soldados belgas que morreram na primeira e segunda guerra.
Manneken Pis ou… o Manequinho para os parças.
O povo de Bruxelas gosta dos quadrinhos. Tintim está por todos os lados.
Notre Dame du Sablon.
Jardim du Sablon.
A Grand Place fica ainda mais exuberante no pôr do sol.
🙂
Trio de ferro belga: Mexilhões, batata frita e cerveja. Tudo o que você pedir em Bruxelas vem acompanhado de fritas. E a placa de ateroma vai se formando…
A fantástica fábrica de chocolate hipnotizando os turistas.
Catedral de São Miguel e Santa Gudula. Estilo gótico.

Dia 7: Bruxelas
Parque de Bruxelas, Palácio de Bruxelas, Parque do Cinquentenário

Esse dia foi difícil.

O tempo estava opressor, quase apocalíptico. Frio, vento e chuva. Com momentos de leve melhora e muita piora. Foi possível ver o Palácio de Bruxelas e o Parque do Cinquentenário. Queríamos entrar no museu da História militar mas eu esqueci que ele não abria segunda.

Pelo menos usamos o resto do dia para aprender certinho como funciona o metrô na cidade.

Almoçamos no Le Bistro, lugar essencial na cidade. Comida de qualidade e atendimento muito acima da média. Quando você fala que é brasileiro eles ficam mais animados ainda. Quando estávamos saindo e um garçom falou: “Obrigado. Copacabana!”. É isso aí!

Ficamos com dor de cabeça pelo frio e por não termos tomado café. A falta de cafeína é perigosa para quem toma quase um litro de café por dia como eu.

Jantamos em um restaurante cujo dono falava português.

Palácio de Bruxelas.
Parque do cinquentenário com frio, vento (mini-furacão), chuva e uma pitadinha de cefaleia.
Conferindo a previsão do tempo: pior do que tá não fica. Ufa.
Le Bistro oferecendo cerveja, boa comida, abrigo do frio e simpatia dos funcionários.

Dia 8: Bruxelas
Atomium, Basílica do Sagrado Coração, Parque do Cinquentenário (Museu Militar)

Pegamos o metrô e fomos para o Atomium.

O atomium é uma estrutura de ferro um tanto estranha. Está lá desde 1958 e era para ser algo temporário. Mas fez sucesso e ficou. É tipo a torre eiffel belga.

Fiquei até surpreendido com esse passeio. Foi bem melhor do que esperava.

Próximo a ele tem um parque gigante que merece uma visita.

Usamos o metrô para conhecer a Basilica Nacional, que é enorme, descomunal. Na frente dela tem um belo parque.

É claro que voltamos para almoçar no Le Bistro. Desta vez, um garçom curdo nos deu de brinde um chá de hortelã. Ele disse que era bom para a digestão e que como eramos de longe, do Brasil, não poderíamos ficar sem. Fomos bem atendidos em todos os lugares de Bruxelas, mas no Le Bistro foi impecável. Tem até um brasileiro gente boa lá.

Como o tempo estava ótimo decidimos voltar para o Parque do Cinquentenário que fica bem melhor com o astro-rei dando as caras. Desta vez entramos no museu e ficamos deslumbrados com o seu tamanho e as várias alas que vão desde a idade média até os tempos atuais. Tem um galpão cheio de aviões de combate. Pena que a sala sobre a Segunda Guerra estava fechada.

O Atomium é uma mistura futurista do bizarro e do fascinante.
Se você olhar para essa esfera com atenção poderá ver nosso reflexo. Talvez.
A Basilica Nacional impressiona pelo o seu tamanho descomunal. É a quinta maior igreja do mundo.
E esse parque na frente dela? Correr aí deve ser uma maravilha.
Mais um parque.
Un thé à le menthe, s’il vous plait.
Bem melhor com o sol, né?
Mais uma passada na Grande Place, é claro.
Lugar preferido em Bruxelas?

Dia 9: Bruges

Bruges é talvez a cidade mais bonita que já estivemos. É algo de outro mundo. Ela tem um charme e uma beleza indescritíveis. Uma cidade medieval cheia de atrativos. Tem até escultura feita por Michelangelo em uma igreja. Dá para fazer tudo a pé. Pena que subir no campanário é caro.

É possível fazer um bate volta e aproveitar tudo facilmente, mas passar uma noite lá é uma grande pedida. As ruas ficam mais calmas e dá para absorver mais.

Quando voltamos para Bruxelas fomos para o Delirium Café. Lugar obrigatório para os amantes de cerveja. Arriscamos até uma witbier de cereja que estava muito boa.

Bruges.
Os cisnes nem se incomodam com o vendaval.
Burg.
Grote Markt e o campanário.
Lugar estratégico para um selfie de respeito.
Cidade medieval e inesquecível.
Atrás dessa porta encontram-se uma infinidade de cervejas. Vá preparado.
Lúpulo, malte, leveduras e água. Precisa de mais?

Dia 10: Waterloo

Braine-l’Alleud e Waterloo estão separadas por poucos quilômetros. A batalha que derrotou o exército de Napoleão aconteceu na verdade em Braine-l’alleud, mas entrou para a história como a Batalha de Waterloo.

O trem de Bruxelas chega em menos de 30 minutos e é bem fácil ir à pé da estação até o Memorial 1815. Parece um lugar bom de se morar. Cidade pequena e organizada. Quase não se vê ninguém na rua. Não estava frio, mas ventava bastante.

O vento era tanto que havia um alerta amarelo na região e com isso o monte do leão ficou fechado. Não poderíamos subir e contemplar a vista panorâmica de onde ocorreu a batalha. Apesar disso, o passeio valeu a pena. O museu é organizado e interativo. Muito recomendado para quem gosta de História. Mas vá no verão ou primavera.

De volta para Bruxelas fomos comer novamente no Le Bistro. Depois, uma esticada até a Grand Place para comer chocolates. Mais tarde, mais Delirium café!

Memorial 1815.
Armas usadas na Batalha de Waterloo.
Que contraste!
Pena que o Monte do Leão estava fechado devido ao vento. Subir ali seria mais arriscado do que alguns esportes radicais.
Um lugar histórico.

Dia 11: Paris
Trocadero, Arco do Triunfo, Petit Palais, Ponte Alexandre III, Place de la Concorde, Jardim das Tulherias, Museu do Louvre, Pont Neuf, Notre-Dame

Nosso bate volta ousado para Paris foi bem mais fácil graças a nossa amiga Dani que conhece a cidade como poucos brasileiros.

Foi meio difícil entender o metrô da cidade, mas no fim deu certo e chegamos no trocadero, um dos melhores lugares para ver a torre Eiffel. Lá encontramos a Dani.

E é de tirar o fôlego.

Pegamos a avenida Kléber rumo ao Arco do Triunfo. Ali tem uma rotatória monstruosa. Tentar atravessar por cima não só é proibido como também é colocar sua vida em risco. Tem um passagem por baixo que te leva até ele.

Aí foi descer a Champs Elysees até o Louvre com paradas estratégicas pelo caminho. Ah sim, não dá para esquecer da chuva que fez o favor de nos encharcar e de quebrar o meu combalido guarda-chuva. Coitado.

A princípio, achei que não daria tempo para entrar no museu, mas deu sim e ainda bem! Que lugar fantástico.

Depois, uma parada na pont neuf para ver o rio sena e a torre piscando à noite.

E o passeio terminou depois de alguns muitos quilômetros na Notre Dame e em um restaurante que serve pratos típicos.

Agora fica a vontade de voltar para lá um dia para explorar tudo com calma mais calma.

Você chega no trocadero e fica basicamente sem palavras ao ver a torre.
Uma batalha fútil. O vento vai abrir o guarda-chuva. Sempre.
Paradinha rápida na calçada para foto no Arco do Triunfo.
O Pequeno grande palácio. Tem um Monet aí dentro.
Ponte Alexandre III. E o tempo fechando…
Obelisco.
A Vitória de Samotrácia no Louvre.
Humilde residência de Napoleão III.
Essa é clássica.
Sala espetacular no Louvre.
Momento mágico: vista do rio sena a partir da pont neuf com as luzes da torre piscando.
A monumental Notre-Dame.

– Amsterdam ou Bruxelas?  – Amsterdam

– Pontos altos na Holanda – Os canais, Casa da Anne Frank, Museu Van Gogh, Zaanse Schans
– Pontos altos na Bélgica – Bruges, Grand Place de Bruxelas, a comida

– Melhor restaurante na Holanda – Fou Fow
– Melhor restaurante na Bélgica – Le Bistro

– Me surpreendeu na Holanda – Simpatia dos holandeses e como falam inglês com perfeição, organização da cidade, não ver pedintes, não ver cachorros de rua, o mercado Albert Heijn
– Me surpreendeu na Bélgica – Atendimento nos restaurantes, desigualdade social, lugar menos seguro do que imaginava (ainda assim muito menos perigoso do que o Brasil, claro), a música bum bum tam tam tocando nos rádios (surpresa negativa)

– Voltaria para Amsterdam? – Sem pestanejar
– Voltaria para Bruxelas? – Só para servir como base para explorar mais cidades da Bélgica, como Antuérpia, Gante, Dinant e Leuven

 

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